Eu sei que eu sou um idiota. Sou mesmo, admito. Só o que eu não gosto é de ver o quanto eu sou mais idiota a ponto de não aprender com meus próprios erros.
Não sei o que eu fazer, não sei mesmo. Pode parecer imbecil, mas já pensei em suicídio, e cheguei à conclusão de que a morte seria uma saída fácil. Muito fácil. Acho que é mais adequado que eu viva e sofra por todas as burrices que eu já cometi. Já pensei em matar Eliana. Até eu me tocar que a culpa não é dela por ter dito o que eu fiz. A culpa é minha por ter feito o que eu fiz.
Talvez não tenha sido tão grave quanto a(s) última(s) vez(es), talvez tenha sido. Não sei.
Só sei que foi dessa vez que transbordou. Não aguento mais tudo isso. Talvez não seja nada de mais, mas eu sinto como se fosse. Não sei se tu ficou com raiva, se tu ficou triste, mas eu tenho plena certeza que EU fiquei com raiva. Fiquei com raiva de mim, por ter feito o que eu fiz. Fiquei com raiva de Eliana, por ter te dito. Posso até ter ficado com raiva de Tainá por ser aquela coisa inevitável.
Isso não é um pedido de desculpas, sei que tu vai ter que se esforçar muito, se um dia tu me desculpar por todas as besteiras que eu já fiz.
Dessa vez eu vou tentar realmente. Se eu não conseguir parar dessa vez, menina, talvez seja porque tu é a menina mais importante da minha vida. Já te falei isso, tu já duvidou, não preciso falar de novo, mas eu falei. Só queria que isso tudo não se transformasse numa confusão desse tamanho.
Sem mais.
(Foda-se todos os erros de português. Eu sou um imbecil, não um professor de português)
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